Então fui ler uma explicação para as águas quentes:
"A água que finalmente constitui o núcleo das águas termais de Bath provém originalmente das chuvas que caem sobre Mendip Hills. Esta é filtrada através dos aquíferos de pedra calcária, situados a uma profundidade entre 2.700-4.300 metros; onde a energia geotérmica eleva a temperatura da água até os 64 ° C (147,2 ° F) e 96 ° C (204,8 ° F). Sob baixa pressão, a água quente sobe à superfície pelas fissuras e falhas localizadas na pedra calcária... Blá, blá, blá"
E me lembrei de uma poesia do Manuel de Barros:
"O rio que fazia uma volta atrás de nossa casa era a imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrás de casa.
Passou um homem depois e disse: Essa volta que o
rio faz por trás de sua casa se chama enseada.
Não era mais a imagem de uma cobra de vidro que
fazia uma volta atrás de casa.
Era uma enseada.
Acho que o nome empobreceu a imagem."
Fiquem com as imagens...
(mamãe, queremos ir voando...)
(Deus sol... Há quanto tempo não te vejo!)
(as águas)
(Meu Deus, um Romano!!!)
(Ufa, acho que escapamos...)

Ótimas!
ResponderExcluirAnita e Theo fazem o contraste do novo e o antigo, perto dessas paisagens européias com construções milenares. As fotos estão ótimas e os textos líricos podem vir a ser um livro no futuro.
ResponderExcluirBjs meus